terça-feira, 17 de junho de 2014

Gols mais rápidos das Copas!

Na partida de ontem entre Estados Unidos e Gana, o meia Dempsey da equipe norte-americana marcou um gol aos 29 segundos, sendo este o gol mais rápido desta Copa de 2014 e o quinto mais rápido de todas as Copas. Até hoje, o gol mais rápido ocorreu na Copa de 2002 marcado pelo turco Hakan Sukur contra a Coréia do Sul na disputa de terceiro e quarto lugar. Na ocasião, o gol foi anotado com apenas 11 segundos de jogo. Confira abaixo os demais gols mais rápidos da história das Copas:


Tempo
Jogador
Seleção
Adversário
Placar
Data
11s
Hakan Sukur
Turquia
Coréia do Sul
3x2
29/06/2002
15s
Vaclav Masek
Tchecoslováquia
México
3x1
07/06/1962
25s
Ernest Lehner
Alemanha
Áustria
3x2
07/06/1934
28s
Bryan Robson
Inglaterra
França
3x1
16/06/1982
29s
Clint Dempsey
Estados Unidos
Gana
2x1
16/06/2014
31s
Bernard Lacombe
França
Itália
1x2
02/06/1978
35s
Emile Veinante
França
Bélgica
3x1
05/06/1938
35s
Arne Nyberg
Suécia
Hungria
1x5
16/06/1938

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Promessas Mundiais - Luke Shaw

                
              Luke Paul Hoare Shaw nasceu em Kingston upon Thames, Inglaterra, em 12 de julho de 1995, tendo apenas 18 anos. O jovem é lateral esquerdo e atua desde os oito anos de idade no Southhampton. Estreou pelo clube em 28 de janeiro, em uma partida pela Copa da Inglaterra contra o Milwall, em partida que acabou em 1 a 1. Quando fez 18 anos, Shaw assinou um novo contrato até 2018.
                O lateral canhoto sofreu forte assédio na janela de verão de 2012 de clubes como Chelsea e Arsenal, mas permaneceu no Southampton aonde começou a ganhar mais espaço na equipe principal. Especula-se que durante está temporada foram recusadas duas propostas, uma de 10 milhões de Euros do Chelsea e uma de 15 milhões de Euros do Tottenham. Na temporada atual, Shaw foi um dos destaques de todo o campeonato despertando novamente o interesse de gigantes, como o Manchester United que busca um substituto para Evra.

                Shaw participa das categorias de base da seleção inglesa desde o sub-16. Sendo sempre tratado como uma das maiores promessas do país. Foi convocado para dois amistosos este ano, entrando em ambas as partidas. Na primeira, contra a Dinamarca, entrou como suplente, substituindo o veterano Ashley Cole. Na segunda, contra o Equador foi titular. O lateral é um dos 23 convocados para a Copa do Mundo, sendo o reserva de Baines.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Chegou a hora!

                A hora que muitos no mundo esperavam chegou, vai começar a Copa do Mundo. Infelizmente, para o bom futebol, perdemos muitos craques que certamente fariam a diferença por causa de lesões. Ribery, Falcão Garcia e Reus são alguns desses jogadores que não poderemos acompanhar e certamente farão falta para as suas seleções.

FAVORITAS:

Brasil – Como seleção anfitriã certamente entra com bastante favoritismo para essa Copa do Mundo, principalmente com a mudança de técnico e a entrada do “patriarca” Felipão. A Copa das Confederações foi uma amostra do potencial dessa seleção. A torcida ao lado é um fator determinante e faz quase 40 anos que o Brasil não perde uma partida oficial em seu terreno (estamos desconsiderando amistosos), sendo a última na Copa América de 1975. Um fator determinante para a queda brasileira, entretanto, pode ser a “Neymardependência”. O time está acostumado a jogar dependendo do talento do atacante e isso pode ser um problema em dias em que ele não estiver inspirado. Vale ressaltar que o Brasil tem jogadores que podem fazer a diferença sem ele, mas parece que isso não é “treinado”.

Espanha – Não podemos deixar de fora a atual campeã do mundo, ainda mais com o atual desempenho dos times espanhóis nas competições europeias. O “time da moda”, como muitos dizem, tem um futebol pragmático, que às vezes é bom de ver e outras vezes cansativo. Não se iluda com os resultados “magros” contra equipes pequenas, afinal foi assim que eles foram campeões do ultimo mundial. Ganhando de 1 a 0 de equipe pequena ou grande. A Copa das Confederações podem ter servido de lição para os espanhóis “abaixarem” a bola e entrarem mais ligados. O fator negativo pode ser o ataque, que tem jogadores em baixa e uma incógnita dentro desse esquema tático: Diego Costa.

Alemanha – A provável melhor seleção do mundo hoje (pelo menos no papel) e que teve uma baixa importante: Reus. Ainda coloco a Alemanha como favorita graças ao potencial que essa equipe possui. Alguns nomes consagrados como: Neur, Hummels, Lahm, Schweinsteiger e Klose, e outras jovens apostas como: Durm, Draxler e Schurrle. Não jogou tudo que sabe nas eliminatórias da Copa e em alguns amistosos, mas contra a Armênia mostrou do que é capaz.

NÃO SUBESTIMEM:

Itália – Uma equipe que não se pode subestimar é a italiana. Apesar de não ser favorita a vencer e na última Copa ter feito uma campanha pífia, não passando nem da primeira fase e ainda amargando uma ultima colocação em seu grupo (atrás até da Nova Zelândia), a Azzurra vem passando por uma reformulação e muitos jovens com potencial chegam para essa Copa para mostrarem seu futebol.  De Sciglio, Immobile e Insigne são dessa nova geração e que ainda não possuem grife que eu destaco. O grupo é complicado, mas vejo Itália, Inglaterra e Uruguai em igualdade na briga pelas vagas, infelizmente um ficará de fora.

FIQUEM DE OLHO:

Bélgica – A seleção da Bélgica vem sendo de grande destaque por alguns da mídia e não é atoa. A equipe tem um forte conjunto e jogadores que estão brilhando na Europa, como o jovem goleiro Courtois, Lukaku e a estrela do Chelsea, Hazard. Não podemos deixar de destacar que os Diabos vermelhos ainda tem dois importantes desfalques: o atacante Benteke e o volante Nainggolan, que certamente farão bastante falta. Relativamente tem um grupo mais tranquilo e que deve ser a primeira colocada.


Colômbia – Mesmo desfalcada de sua principal estrela, Falcão Garcia, a Colômbia deve fazer uma boa Copa do Mundo com a sua “geração de ouro”. James Rodriguez terá que assumir a responsabilidade como craque da equipe, mas terá ao seu lado jogadores que vem crescendo no cenário do futebol. Os meias Guarin, Cuadrado e Quintero e o atacante Jackson Martínez. Também considero o grupo da Colômbia fácil e creio que surpreenderão nessa Copa.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Copa do Mundo 2014: Croácia


População: 4,5 milhões.
Área: 56 542 km².
Moeda: Kuna croata.
Capital: Zagreb.
Idiomas: Croata.

                O país é membro das Nações Unidas, da OTAN, da Organização para Segurança e Cooperação na Europa, do Conselho da Europa e mais recentemente, da União Europeia. A candidatura da Croácia à União Europeia ocorreu em 01 de fevereiro de 2003 e a adesão a 01 de julho de 2013, segundo parecer da Comissão Europeia, sendo o segundo país formado a partir do território da ex-Iugoslávia a ingressar na UE, depois da Eslovénia em 2004.
A Croácia é um país europeu cujo território apresenta uma forma peculiar, parecida com uma ferradura, e faz fronteira com um número considerável de países vizinhos: Eslovênia, Hungria, Sérvia, Montenegro e Bósnia e Herzegovina, além de uma fronteira marítima com a Itália no Adriático. O seu território continental é dividido em duas partes pelo Porto de Neum, na Bósnia e Herzegovina.

FUTEBOL:

                A Croácia se classificou para seis dos sete grandes torneios disputados por ela até hoje. A consagração do futebol croata veio mesmo com o terceiro lugar na Copa do Mundo de 1998. A equipe que tinha Davor Suker, o artilheiro do mundial e Zyonimir Boban, na época jogador do AC Milan, como suas principais estrelas, conquistou essa façanha com uma campanha surpreendente, em que derrotaram a Alemanha nas quartas-de-final por 3 a 0. A Seleção Croata só foi derrotada na semifinal, perdendo para a anfitriã França por 2 a 1, com dois gol de Lilian Thuram que nunca havia marcado um gol pela seleção.

PRINCIPAL JOGADOR:
 

                Luka Modric é uma das estrelas do atual campeão europeu, o Real Madrid e a principal estrela da seleção croata. Aos 28 anos, o meia nascido em Zadar é extremamente técnico e com um índice de passes certos surpreendente, encaixando com precisão as bolas para os atacantes. Sua carreira começou no Dínamo Zagreb e teve uma rápida passagem por empréstimo pelo futebol bósnio. Ganhou destaque no Tottenham antes de ser contratado pelos madrilenos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Bola na Rede 2014!

             
                 Meio ano se passou e o calendário brasileiro da uma pequena pausa para a realização da Copa do Mundo. E como de costume o Geral FC traz alguns dados atualizados sobre os clubes da Série A. Hoje, estaremos refletindo sobre os ataques dos 20 clubes da elite do futebol brasileiro neste ano de 2014.
                O principal ataque do ano continua sendo o Santista, entretanto, teve uma queda considerável de rendimento e podemos observar isso nos gols marcados após o Paulista. Atualmente o clube possui uma média de 2,13 gols por partida, marcando 66 gols em 31 partidas, mas no Brasileiro o clube demorou a engrenar, passando dois jogos no começo em branco e tendo seus dois primeiros gols marcados de forma irregular. O clube precisa reencontrar o caminho para o gol ou esses dados tendem a cair.
                Um ataque que tem chamado a atenção é o do Internacional. O clube teve uma pequena queda em comparação ao levantamento anterior, nada fora do normal, afinal só estava jogando o Campeonato Gaúcho no qual é infinitamente superior as outras equipes do Interior. O mais impressionante é que com um ataque modesto estão rendendo mais que o antigo ataque luxuoso. Certamente a maioria ainda não tem confiança em Rafael Moura e Wellington Paulista, mas ambos vêm cumprindo seu papel quando jogam.
                Em contra partida, o Grêmio vem sendo refém da má fase do atacante Barcos e teve uma queda um tanto considerável de 0,4 em sua média de gols. Obviamente, a queda na média é normal para qualquer clube, já que a diferença no nível do estadual para o nacional é enorme, mas se considerarmos que na Libertadores a média era melhor que a do Brasileiro e o grupo que o Grêmio estava, o cenário muda. O clube marcou apenas sete gols em nove partidas neste Brasileiro. Por incrível que pareça, entre os jogadores da Série A, o Argentino Barcos é o que mais marcou no ano, com 17 gols, porém no Brasileiro só marcou duas vezes contra a Chapecoense. Tanto o Grêmio, quanto o atacante precisam voltar a boa forma no segundo semestre se buscam algo a mais no ano.

Confira abaixo a tabela completa:


Ø  TIMES
JOGOS
GOLS
Ø  MÉDIA
Santos
31
66
2,13
Internacional
31
63
2,03
Fluminense
29
55
1,9
Cruzeiro
34
61
1,79
São Paulo
29
52
1,79
Flamengo
34
59
1,73
Vitória
31
52
1,7
Corinthians
26
40
1,54
Atlético PR
32
47
1,47
Palmeiras
30
43
1,43
Grêmio
36
51
1,42
Atlético MG
32
45
1,41
Goiás
29
40
1,38
Coritiba
27
34
1,26
Sport
35
44
1,26
Chapecoense
30
37
1,23
Bahia
30
36
1,2
Botafogo
32
38
1,19
Figueirense
29
32
1,1
Criciúma
26
23
0,88

terça-feira, 3 de junho de 2014

Paixão de Torcedor - Elise Duque

"Elise Duque, 23 anos, casada, estudante de jornalismo e comentarista da Bradesco Esportes FM Rio."

Ao contrário do que costumamos ver por aí, não foi meu pai o motivo para eu torcer pelo Vasco. Nem meu avô, tio, mãe ou alguém mais próximo. Até teve uma incentivadora, minha prima de segundo grau, mas se eu não tivesse acompanhado o futebol no final da década de 90, talvez demorasse mais a descobrir o amor que tenho pelo Gigante da Colina.
Eu não vi Roberto Dinamite, mas tenho um orgulho enorme e me sinto honrada por ter descoberto minha paixão na época de Juninho Pernambucano, Edmundo, Pedrinho (ídolo e atual coleguinha de trabalho), Mauro Galvão, Romário, Carlos Germano, Felipe, Ramon e outros que não me vêm à cabeça agora.
Comecei assistindo aos jogos, prestando atenção nos cantos entoados nas arquibancadas, observando as cores, formas e a reação da minha prima. Posso dizer que no primeiro jogo já senti que tinha alguma coisa especial ali. Não estava errada!
Na mesma época a minha irmã, assim como eu, se encantou pelo clube de São Januário e, juntas, comemoramos e choramos muitas vezes. Uma delas, aliás, a derrota nos rendeu uma noite inteira de febre. Adivinha se nossa mãe não ficou assustada com aquilo? Em consequência foi cortando o Vasco das nossas vidas. Ou pelo menos achando...
Chegou 2006 e eu voltei a acompanhar os jogos. Se o nome é fanatismo, sim, fiquei fanática! Sempre implorei para ir aos jogos, sem sucesso. Qual a solução? Ir escondida. Quem nunca? Fui algumas vezes, mas num Vasco x Flamengo, em 2008, ela descobriu. Era meu aniversário e simplesmente não apareci na festa surpresa que prepararam. Estava no Maracanã. Vasco perdeu, mas que impotância tem? Estava comemorando uma data importante ao lado da coisa mais importante naquele momento: meu clube.
De lá pra cá vi dois rebaixamentos, um título da Copa do Brasil, corri atrás do time campeão do aeroporto ao estádio, corri da polícia, discuti na rua, saí cedo e cheguei tarde, perdi namorados, ganhei amigos dentro e fora do clube, ganhei um marido, escolhi minha profissão, conheci ídolos, conheci muito perna de pau, entrevistei ídolos, ganhei o carinho, respeito e admiração de alguns. Resumindo: eu fui, sou e sempre serei feliz por ter escolhido o Vasco.


Instagram e Twitter: @EliseDuque

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pausa pra Copa!

               
                 A tão esperada divisão de águas do Campeonato Brasileiro chegou. Nove rodadas se passaram e o discurso da maioria dos clubes fazia parecer que o Campeonato começa de verdade após a Copa do Mundo. De certa forma é verdade, já que alguns clubes tinham diversos desfalques por lesões e por doar jogadores para as seleções, mas quem bobeou nessas nove rodadas iniciais terá muito trabalho para retomar o time e não será uma pequena pausa que mudará tudo. Quem está bem por outro lado, precisa voltar no mesmo nível, contratando jogadores e principalmente mantendo os atuais.
                Para aqueles que estão lá embaixo à realidade nesta Inter temporada será torturante. Não vai adiantar só treinar, precisará se reforçar e muito bem. Alguns clubes por outro lado precisarão de um pequeno “milagre” para escaparem. Tendo por base o ano passado, o Náutico, que teve a pior campanha da história dos pontos corridos e olhando neste momento para o Figueirense, chegamos a conclusão que uma verdadeira revolução apenas salvará o clube catarinense.
Na nona rodada o clube pernambucano era o 19º com 7 pontos, empatado com a Lusa com os mesmos 7, mas ficando em última pelos critérios de desempate. A Lusa se recuperou de certa forma, mas o Náutico não. O Figueirense hoje tem apenas 4 pontos e 3 gols marcados nessas 9 rodadas. O aproveitamento é de apenas 14,8%, mais de 10% a menos que Náutico e Lusa no ano passado. Para piorar, os números de gols marcados piora ainda mais a situação. Se o Figueirense por ventura escapar, esse sim será o time de “guerreiros”.
Aos outros na degola, como Flamengo, Vitória, Coritiba, Bahia e Botafogo precisam contratar. O Flamengo tem praticamente a base da Copa do Brasil do ano passado, entretanto essa mesma base quase foi rebaixada no Brasileiro. Jogadores como Paulinho e Hernane precisam voltar a jogar um bom futebol e provar que não são jogadores de apenas uma temporada. A Chapecoense vai ter um campeonato muito difícil e apesar de não estar na Zona do Rebaixamento, vai brigar contra ela até o fim.
E na parte de cima da tabela? Quem quer ser campeão tem que estar sempre reforçando e melhorando alguns pontos que são mais fracos. Acho que São Paulo, Grêmio e até o Santos tem a possibilidade de conseguir uma vaga na Libertadores, mas precisam se reforçar. O Tricolor Paulista precisa melhorar muito sua defesa, já o Gaúcho precisa mudar seu ataque. O Santos precisa de um meia que crie jogadas, mas principalmente da volta de seus desfalques.

Corinthians, Internacional e Atlético Mineiro precisam acertar menos coisas para conseguir maiores objetivos neste Campeonato. Com a chegada de Elias e Lodeiro, acho que ainda falta um centroavante para o clube de Itaquera, porém, o que mais precisará mudar é essa filosofia defensiva de Mano Menezes. O time melhorou sua defesa, mas o ataque continua ruim e a culpa de alguns maus resultados é a falta de ambição e de querer dominar a partida. No Internacional, o ataque apesar de estar bem sem medalhões, não me convence com Rafael Moura e Wellington Paulista.